sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Não à Portaria 303 da AGU! AI-5 dos Povos Indígenas?

O Brasil realmente assinou a Convenção 169 da OIT? Parece que não! A Portaria 303 da AGU (de terça-feira, 17/07), atinge severamente as terras indígenas! Um dos pontos da Portaria refere que "a atuação das Forças Armadas e da Polícia Federal na área indígena, no âmbito de suas atribuições, fica assegurada e se dará independentemente de consulta às comunidades indígenas envolvidas ou à FUNAI“. Acesse: http://racismoambiental.net.br

Temos de mostrar nossa insatisfação à mais este ataque do Estado Brasileiro contra as comunidades indígenas!

 

Clique aqui e assine a petição:

http://www.avaaz.org/po/petition/Nao_a_Portaria_303_da_Advocacia_Geral_da_Uniao_AI5_dos_Povos_Indigenas/?cclvFcb

Trocando em miúdos, vez por outra?

“As multinacionais são as que têm o poder de fato em nosso país", diz Lugo

3 de agosto de 2012

Por Luiz Felipe Albuquerque
Da Página do MST

 

“Existe um poder à sombra. São esses os autênticos poderes que não mostram o rosto, mas que decidem.”

Sob esta percepção que o presidente deposto do Paraguai, Fernando Lugo, realizou a coletiva de imprensa destinada a veículos de comunicação de caráter mais alternativo, nesta quinta-feira (2), em São Paulo.

Dentro das análises feitas pelo ex-presidente, talvez a que mais tenha se destacado são as forças políticas e econômicas por detrás do golpe de estado que aconteceu no Paraguai no último dia 21 de junho de 2012.

Bem como pontuara Lugo, o poder que está às escondidas. “Quando comecei na política (como presidente) me disseram que quase 70% do se passa no Paraguai se decide fora do país. Eu não quis acreditar. Mas hoje em dia, pela experiência pela qual passamos, não descarto mais essa possibilidade”, ratificou.

Dentre as forças que não mostram a cara, há um poder que se sobressai, de acordo com Lugo: o poder do agronegócio.

Na sua observação, isso se dá pelo fato das duas primeiras medidas econômicas – num conjunto de quatro - tomadas pelo Ministério da Fazenda levam a refletir sobre a “ingerência desses poderes de fato na política paraguaia”.

A primeira decisão econômica anunciada pelo novo ministro, segundo Lugo, fora em relação a não tributação sobre as exportações de soja. “Paraguai é o quarto país exportador de soja do mundo, e possivelmente é o único país que não se tem um imposto sobre a exportação da soja”, destacou.

A segunda medida foram as “boas vindas dadas a todo tipo de sementes transgênicas”, ironizou. De acordo com ele, em seu governo houve um trabalho em recuperar o cultivo de sementes nativas, e em contrapartida, os grandes produtores de sementes transgênicas combatiam ao alegarem sobre a suposta ineficácia desse tipo de cultivo. “Entretanto, houve uma grande recuperação do milho, do feijão, do algodão, tudo com sementes nativas, nacionais. O que aconteceu foi um rechaço das empresas internacionais com o que se vinha trabalhando”.

“Essas multinacionais são as que têm poder de fato em nosso país. Lastimosamente, assim como em muitos países, a classe política atua como um braço largo desses poderes de fato”, denunciou.

A relação com os agrotóxicos – um braço dessas mesmas indústrias - tampouco é deixada de lado pelo ex-presidente.

Ao comentar que quase 70% dos agrotóxicos que entravam no país se inseriam ilegalmente, outra curiosidade é colocada por Lugo: a mudança do diretor do Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Vegetal e de Sementes (Senave) logo após o golpe, o empresário de agroquímicos Jaime Ayala, um dos que contrabandeava agrotóxicos, segundo Lugo. Além disso, Ayala foi responsável por, logo em seguida, liberar a comercialização de uma série de sementes transgênica, sobretudo da transnacional Monsanto.

Questão Agrária

Dentro da grave crise política pela qual passa o Paraguai, o presidente deposto coloca como o principal desafio do país alterar a estrutura político-econômica da propriedade privada da terra.

Para se ter uma ideia do problema agrário do país vizinho, o Paraguai é o país com maior concentração de terras do mundo, de modo que cerca de 2% dos proprietários rurais são donos de mais de 80% das terras agrícolas do país.

Sobre essa questão, Lugo apresentou um dado um tanto quanto curioso: dentro dos 406.752 Km² de extensão do país, somado todos os títulos de propriedade de terra chega-se aos absurdos 529.000 km². Ou seja, a quantidade de propriedade é maior do que o tamanho do próprio país, o que demonstra o quanto há de terras griladas por parte dos grandes fazendeiros no Paraguai.

“Tem que se ter uma coisa bem clara na folha de luta: o primeiro desafio é elaborar uma mudança estrutural da propriedade da terra no Paraguai. Não é fácil, mas não é impossível”, acredita.

Nesse sentido, Lugo fala sobre a necessidade de se convocar uma assembleia constituinte, uma vez que a constituição Paraguaia é a fotografia da atual situação.

Golpes e Recursos Naturais

“Há um tema que temos conversado muito na região e que tem uma grande conotação política: os recursos naturais. Eu não sei em que país será, mas o próximo golpe será onde as multinacionais quiserem ter acesso direto e livre aos recursos naturais na América Latina”, destacou.

Nesse sentido, Lugo pontuou a existência de diferentes blocos de países na América Latina, com características próprias, com lógicas econômicas distintas e posicionamentos ideológicos diferenciados, mas que toda essa movimentação da última década na tentativa de uma articulação e interação do continente, provocou uma contrarreação de setores nacionais e internacionais antagônicos a essa nova proposta.

“Hoje, depois do Paraguai, acredito que qualquer país tem que estar alerta”, afirmou ao colocar os recursos naturais enquanto um tema para se ter uma atenção especial.

“O mais importante é estarmos atento às novas formas e modos de golpe. O golpe tem muitos rostos hoje em dia. Uma multinacional pode sacar do Congresso Nacional uma lei que a beneficie, ou pode mudar um presidente, em qualquer lugar

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Lideranças Indígenas afirmam que lutarão até a morte contra a construção de Belo Monte em suas terras


Lideranças dizem ir a brasília se for o caso falar com Presidente DILMA.  Encabeçado pelo Lendário CACIQUE RAONI, índios protestam contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Pintados e armados com arcos e lanças, os índios são liderados pelo lendário cacique Raoni, afirmam que vão a Brasília protestar contra o projeto da Belo Monte. O cacique Raoni ficou triste saber que a presidente Dilma liberou o início das construções, mesmo após cartas dirigidas a ela. Segundo o cacique, a morte dos povos xingus decretada pela Belo Monte seria maior que o Canal do Panamá, inundando pelo menos 400.000 hectares de floresta, expulsando 40.000 indígenas e populações locais e destruindo o habitat precioso de inúmeras espécies — tudo isto para criar energia que poderia ser facilmente gerada com maiores investimentos em eficiência energética, os Indios e principalmente o Cacique RAONI ficou revoltado ao ver uma matéria publicada por um meio de comunicação postando uma foto em que ele chorava e dizia ser por causa da usina belo monte.

"I was not crying because of the liberation of an environmental permit and the beginning of the constrution of Belo Monte. Until I am alive I will figth againt this construction,I want to talk to Dilma (president), Lula (ex-president), President of FUNAI, president of IBAMA and Lobão (Mines and Energy minister)
that I am going to go to Brasilia and I will bring all my warriors to figth against Belo Monte, and I will not stop never. Dilma, our president cryied, and not me. I want to know who published this news and this photo, I want to see this person. Instead of contructing Belo Monte why don´t Dilma cares about the theaths on Rio de Janeiro and São Paulo? To destroy the enviroment she is authority?
So, finish that. I want Dilma to kill me in front of Palácio do planalto (Palace of the plateau), then you all can construct Belo Monte. Until it does not happen I will figth until the end. I am here in front of the prefecture of Colider - MT - Brazil, and I want to show who am I, Raoni, and I will show also who am I in Brasilia, (capital of Brazil)".

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terça-feira, 27 de setembro de 2011

Associação dos Produtores do Bairro Taquaral participará dos projetos Micro Bacias 2011

Associação dos Produtores do Bairro Taquaral, do Projeto de Assentamento Antonio Conselheiro (Guarantã-SP), está se organizando para elaborar uma proposta a ser encaminhada ao projeto de Micro Bacias - na modalidade de Iniciativas de Negócios.

Da esquerda para direita: João, Presidente da Associação dos Produtores do Bairro Taquaral ;
Cassio - vice presidente do Isanop
e Edvaldo, também membro da diretoria da Associação Taquaral

A Associação representa cerca de 70 famílias do Assentamento, e o projeto proposto à CATI (Coordenadoria de Assistência Tècnica Integral, da Secretaria de Agrigultura e Abastecimento), é o da compra de um trator com os equipamentos necessários para o desenvolvimento da atividade leiteira nas propriedades familiares: um caminhão para coleta de leite e transporte de insumos, além de um misturador de ração para o gado. O principal objetivo da atividade proposta, será o aumento da produtividade do gado leiteiro e a consequente melhoria na renda familiar - mantendo as famílias nas propriedades e finalmente visando o fortalecimento da Associação, através do fortalecimento da organização dos produtores como um todo.
Participam deste projeto 42 produtores , destacando-se dentre eles,  18 agricultores familiares envolvidos diretamente com o projeto.
O Plano de Tabalho será desenvolvido com a parceria do Instituto Socioambiental da Noroeste Paulista, e será  entregue em meados de janeiro de 2012 à CATI, ao Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável - Microbacias II.


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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

"Grupo de Mulheres Guma" do Assentamento Antônio Conselheiro

Quarta feira, 14/09/2011: "Grupo de Mulheres Guma do Assentamento Antônio Conselheiro" participam do curso de Doces Artesanais ministrado pelo Sr. Hélio, Vice prefeito de Guarantã (SP) .
Os doces serão oferecidos no dia 24 quando da inauguração das novas instalações da Associação Antônio Conselheiro. Também no próximo dia 21 elas participarão do curso de bolachinhas artesanais. As bolachinhas produzidas no curso serão distribuidas no dia da inauguração.

Por: Gisele S. M. de Sá - INCRA (Lins-SP)





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